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Re: [PATCH] Fix typos on pt_BR/gittutorial.txt translation: msg#01897git
Thanks a lot for the review. I will apply it to my tree with some little changes. On Thu, Jul 30, 2009 at 12:44:50AM -0300, Andrà Goddard Rosa wrote: > From c11206cad8af0a3fbd55e5bf3cd74d3da144d843 Mon Sep 17 00:00:00 2001 > From: =?UTF-8?q?Andr=C3=A9=20Goddard=20Rosa?= <andre.goddard@xxxxxxxxx> > Date: Thu, 30 Jul 2009 00:35:17 -0300 > Subject: [PATCH] [PATCH] Fix typos on pt_BR/gittutorial.txt translation > MIME-Version: 1.0 > Content-Type: text/plain; charset=UTF-8 > Content-Transfer-Encoding: 8bit > > Signed-off-by: Andrà Goddard Rosa <andre.goddard@xxxxxxxxx> > --- > Documentation/pt_BR/gittutorial.txt | 146 > +++++++++++++++++------------------ > 1 files changed, 71 insertions(+), 75 deletions(-) > > diff --git a/Documentation/pt_BR/gittutorial.txt > b/Documentation/pt_BR/gittutorial.txt > index f368b1b..531f310 100644 > --- a/Documentation/pt_BR/gittutorial.txt > +++ b/Documentation/pt_BR/gittutorial.txt > @@ -16,7 +16,7 @@ Este tutorial explica como importar um novo projeto > para o git, > adicionar mudanÃas a ele, e compartilhar mudanÃas com outros > desenvolvedores. > > -If, ao invÃs disso, vocà està interessado primariamente em usar git para > +Se, ao invÃs disso, vocà està interessado primariamente em usar git para > obter um projeto, por exemplo, para testar a Ãltima versÃo, vocà pode > preferir comeÃar com os primeiros dois capÃtulos de > link:user-manual.html[O Manual do UsuÃrio Git]. > @@ -37,9 +37,8 @@ $ git help log > Com a Ãltima forma, vocà pode usar o visualizador de manual de sua > escolha; veja linkgit:git-help[1] para maior informaÃÃo. > > -à uma boa idÃia se introduzir ao git com seu nome e endereÃo pÃblico de > -email antes de fazer qualquer operaÃÃo. A maneira mais fÃcil de fazÃ-lo > -Ã: > +à uma boa idÃia informar ao git seu nome e endereÃo pÃblico de email > +antes de fazer qualquer operaÃÃo. A maneira mais fÃcil de fazÃ-lo Ã: > > ------------------------------------------------ > $ git config --global user.name "Seu Nome Vem Aqui" > @@ -51,7 +50,7 @@ Importando um novo projeto > ----------------------- > > Assuma que vocà tem um tarball project.tar.gz com seu trabalho inicial. > -Vocà pode colocÃ-lo sob controle de revisÃo git como a seguir. > +Vocà pode colocÃ-lo sob controle de revisÃo git da seguinte forma: > > ------------------------------------------------ > $ tar xzf project.tar.gz > @@ -76,7 +75,7 @@ $ git add . > ------------------------------------------------ > > Este instantÃneo està agora armazenado em uma Ãrea temporÃria que o git > -chama de "index" ou Ãndice. Vocà pode permanetemente armazenar o > +chama de "index" ou Ãndice. Vocà pode armazenar permanentemente o > conteÃdo do Ãndice no repositÃrio com 'git-commit': > > ------------------------------------------------ > @@ -142,7 +141,7 @@ novos), adicionÃ-los ao Ãndices, e gravar, tudo em > um Ãnico passo. > Uma nota em mensagens de commit: Apesar de nÃo ser exigido, à uma boa > idÃia comeÃar a mensagem com uma simples e curta (menos de 50 > caracteres) linha sumarizando a mudanÃa, seguida de uma linha em branco > -e, entÃo, uma descriÃÃo mais detalhada. Ferramentas que transformam > +e, entÃo, uma descriÃÃo mais detalhada. Ferramentas que transformam > commits em email, por exemplo, usam a primeira linha no campo de > cabeÃalho Subject: e o resto no corpo. > > @@ -150,7 +149,7 @@ Git rastreia conteÃdo, nÃo arquivos > ---------------------------- > > Muitos sistemas de controle de revisÃo provÃem um comando `add` que diz > -ao sistema para comeÃar a rastrear mudanÃas em um novo arquivo. O > +ao sistema para comeÃar a rastrear mudanÃas em um novo arquivo. O > comando `add` do git faz algo mais simples e mais poderoso: 'git-add' à > usado tanto para arquivos novos e arquivos recentemente modificados, e > em ambos os casos, ele tira o instantÃneo dos arquivos dados e armazena > @@ -183,7 +182,7 @@ Gerenciando "branches"/ramos > ----------------- > > Um simples repositÃrio git pode manter mÃltiplos ramos de > -desenvolvimento. Para criar um novo ramo chamado "experimental", use > +desenvolvimento. Para criar um novo ramo chamado "experimental", use > > ------------------------------------------------ > $ git branch experimental > @@ -203,14 +202,14 @@ vocà vai obter uma lista de todos os ramos existentes: > ------------------------------------------------ > > O ramo "experimental" à o que vocà acaba de criar, e o ramo "master" à o > -ramo padrÃo que foi criado pra vocà automaticamente. O asterisco marca > +ramo padrÃo que foi criado pra vocà automaticamente. O asterisco marca > o ramo em que vocà està atualmente; digite > > ------------------------------------------------ > $ git checkout experimental > ------------------------------------------------ > > -para mudar para o ramo experimental. Agora edite um arquivo, grave a > +para mudar para o ramo experimental. Agora edite um arquivo, grave a > mudanÃa, e mude de volta para o ramo master: > > ------------------------------------------------ > @@ -230,14 +229,14 @@ $ git commit -a > ------------------------------------------------ > > neste ponto, os dois ramos divergiram, com diferentes mudanÃas feitas em > -cada um. Para unificar as mudanÃas feitas no experimental para o > +cada um. Para unificar as mudanÃas feitas no experimental para o > master, execute > > ------------------------------------------------ > $ git merge experimental > ------------------------------------------------ > > -Se as mudanÃas nÃo conflitam, està pronto. Se existirem conflitos, > +Se as mudanÃas nÃo conflitam, està pronto. Se existirem conflitos, > marcadores serÃo deixados nos arquivos problemÃticos exibindo o > conflito; > > @@ -245,7 +244,7 @@ conflito; > $ git diff > ------------------------------------------------ > > -vai exibir isto. ApÃs vocà editar os arquivos para resolver os > +vai exibir isto. ApÃs vocà editar os arquivos para resolver os > conflitos, > > ------------------------------------------------ > @@ -273,10 +272,10 @@ Se vocà desenvolve em um ramo ideia-louca, e se > arrepende, vocà pode > sempre remover o ramo com > > ------------------------------------- > -$ git branch -D crazy-idea > +$ git branch -D ideia-louca > ------------------------------------- > > -Ramos sÃo baratos e fÃceis, entÃo isto à uma boa maneira de experimentar > +Ramos sÃo eficientes e fÃceis, entÃo isto à uma boa maneira de experimentar > alguma coisa. > > Usando git para colaboraÃÃo > @@ -293,7 +292,7 @@ bob$ git clone /home/alice/project myrepo > ------------------------------------------------ > > Isso cria um novo diretÃrio "myrepo" contendo um clone do repositÃrio de > -Alice. O clone està no mesmo pà que o projeto original, possuindo sua > +Alice. O clone està no mesmo pà que o projeto original, possuindo sua > prÃpria cÃpia da histÃria do projeto original. > > Bob entÃo faz algumas mudanÃas e as grava: > @@ -305,7 +304,7 @@ bob$ git commit -a > ------------------------------------------------ > > Quanto està pronto, ele diz a Alice para puxar as mudanÃas do > -repositÃrio em /home/bob/myrepo. Ela o faz com: > +repositÃrio em /home/bob/myrepo. Ela o faz com: > > ------------------------------------------------ > alice$ cd /home/alice/project > @@ -314,14 +313,14 @@ alice$ git pull /home/bob/myrepo master > > Isto unifica as mudanÃas do ramo "master" do Bob ao ramo atual de Alice. > Se Alice fez suas prÃprias mudanÃas no intervalo, ela, entÃo, pode > -precisar corrigir manualmente quaiquer conflitos. (Note que o argumento > +precisar corrigir manualmente quaisquer conflitos. (Note que o argumento > "master" no comando acima Ã, de fato, desnecessÃrio, jà que à o padrÃo.) > > O comando "pull" executa, entÃo, duas operaÃÃes: ele obtÃm mudanÃas de > um ramo remoto, e, entÃo, as unifica no ramo atual. > > Note que, em geral, Alice gostaria que suas mudanÃas locais fossem > -gravadas antes de iniciar este "pull". Se o trabalho de Bobo conflita > +gravadas antes de iniciar este "pull". Se o trabalho de Bob conflita > com o que Alice fez desde que suas histÃrias se ramificaram, Alice irà > usar seu diretÃrio de trabalho e o Ãndice para resolver conflitos, e > mudanÃas locais existentes irÃo interferir com o processo de resoluÃÃo > @@ -341,18 +340,18 @@ alice$ git log -p HEAD..FETCH_HEAD > > Esta operaÃÃo à segura mesmo se Alice tem mudanÃas locais nÃo gravadas. > A notaÃÃo de intervalo "HEAD..FETCH_HEAD" significa mostrar tudo que à > -alcanÃÃvel de FETCH_HEAD mas exclua tudo que à alcanÃÃvel de HEAD. Alcie > -jà sabe tudo que leva a seu estado atual (HEAD), e revisa o que Bob tem > -em seu estado (FETCH_HEAD) que ela ainda nÃo viu com esse comando. > +alcanÃÃvel de FETCH_HEAD mas exclua tudo o que à alcanÃÃvel de HEAD. > +Alice jà sabe tudo que leva a seu estado atual (HEAD), e revisa o que Bob > +tem em seu estado (FETCH_HEAD) que ela ainda nÃo viu com esse comando. > > -Se Alice quer visualizar o que Bob fez desde que suas histÃria > +Se Alice quer visualizar o que Bob fez desde que suas histÃrias se > ramificaram, ela pode disparar o seguinte comando: > > ------------------------------------------------ > $ gitk HEAD..FETCH_HEAD > ------------------------------------------------ > > -Isto usar a mesma notaÃÃo de intervaldo que vimos antes com 'git log'. > +Isto usa a mesma notaÃÃo de intervalo que vimos antes com 'git log'. > > Alice pode querer ver o que ambos fizeram desde que ramificaram. Ela > pode usar a forma com trÃs pontos ao invÃs da forma com dois pontos: > @@ -361,23 +360,21 @@ pode usar a forma com trÃs pontos ao invÃs da > forma com dois pontos: > $ gitk HEAD...FETCH_HEAD > ------------------------------------------------ > > -Isto significa "mostre tudo que à alcanÃavel de qualquer um, mas exclua > -tudo que à alcanÃavel a partir de ambos". > -This means "show everything that is reachable from either one, but > -exclude anything that is reachable from both of them". > +Isto significa "mostre tudo que à alcanÃÃvel de qualquer um deles, mas > +exclua tudo que à alcanÃÃvel a partir de ambos". > > Por favor, note que essas notaÃÃes de intervalo podem ser usadas tanto > com gitk quanto com "git log". > > -ApoÃs inspecionar o que Bob fez, se nÃo hà nada urgente, Alice pode > -decidir continuar trabalhando sem puxar de Bob. Se a histÃria de Bob > +ApÃs inspecionar o que Bob fez, se nÃo hà nada urgente, Alice pode > +decidir continuar trabalhando sem puxar de Bob. Se a histÃria de Bob > tem alguma coisa que Alice precisa imediatamente, Alice pode optar por > separar seu trabalho em progresso primeiro, fazer um "pull", e, entÃo, > finalmente, retomar seu trabalho em progresso em cima da histÃria > resultante. > > -Quanto vocà està trabalhando em um pequeno grupo unido, nÃo à incomum > -interagir com o mesmo repositÃrio vÃrias e vÃrias vezes. Definindo um > +Quando vocà està trabalhando em um pequeno grupo unido, nÃo à incomum > +interagir com o mesmo repositÃrio vÃrias e vÃrias vezes. Definindo um > repositÃrio remoto antes de tudo, vocà pode fazÃ-lo mais facilmente: > > ------------------------------------------------ > @@ -394,7 +391,7 @@ alice$ git fetch bob > > Diferente da forma longa, quando Alice obteve de Bob usando um > repositÃrio remoto antes definido com 'git-remote', o que foi obtido à > -armazenado um ramo remoto, neste caso `bob/master`. EntÃo, apÃs isso: > +armazenado em um ramo remoto, neste caso `bob/master`. EntÃo, apÃs isso: > > ------------------------------------- > alice$ git log -p master..bob/master > @@ -417,7 +414,7 @@ alice$ git pull . remotes/bob/master > ------------------------------------- > > Note que 'git pull' sempre unifica ao ramo atual, independente do que > -mais foi dado na linha de comando. > +mais foi passado na linha de comando. > > Depois, Bob pode atualizar seu repositÃrio com as Ãltimas mudanÃas de > Alice, usando > @@ -428,7 +425,7 @@ bob$ git pull > > Note que ele nÃo precisa dar o caminho do repositÃrio de Alice; quando > Bob clonou seu repositÃrio, o git armazenou a localizaÃÃo de seu > -repositÃrio na configuraÃÃo do repositÃrio, e essa localizaÃÃo à usada > +repositÃrio na configuraÃÃo do mesmo, e essa localizaÃÃo à usada > para puxar: > > ------------------------------------- > @@ -459,15 +456,15 @@ Alternativamente, o git tem um protocolo nativo, > ou pode usar rsync ou > http; veja linkgit:git-pull[1] para detalhes. > > Git pode tambÃm ser usado em um modo parecido com CVS, com um > -repositÃrio central para o qual que vÃrios usuÃrios empurram > -modificaÃÃes; veja linkgit:git-push[1] e linkgit:gitcvs-migration[7]. > +repositÃrio central para o qual vÃrios usuÃrios empurram modificaÃÃes; > +veja linkgit:git-push[1] e linkgit:gitcvs-migration[7]. > > Explorando histÃria > ----------------- > > A histÃria no git à representada como uma sÃrie de commits > -interrelacionados. NÃs jà vimos que o comando 'git-log' pode listar > -esses commits. Note que a primeira linha de cama entrada no log tambÃm > +interrelacionados. NÃs jà vimos que o comando 'git-log' pode listar > +esses commits. Note que a primeira linha de cada entrada no log tambÃm > dà o nome para o commit: > > ------------------------------------- > @@ -486,9 +483,9 @@ commit. > $ git show c82a22c39cbc32576f64f5c6b3f24b99ea8149c7 > ------------------------------------- > > -Mas hà outras formas de se referir a commits. Vocà pode usar qualquer > -parte inicial do nome que seja longo o bastante para unicamente > -identificar o commit: > +Mas hà outras formas de se referir aos commits. Vocà pode usar qualquer > +parte inicial do nome que seja longo o bastante para identificar > +unicamente o commit: > > ------------------------------------- > $ git show c82a22c39c # os primeiros caracteres do nome sÃo o bastante > @@ -497,7 +494,7 @@ $ git show HEAD # a ponta do ramo atual > $ git show experimental # a ponta do ramo "experimental" > ------------------------------------- > > -Todo commit usualmente tem um commit "pai" que aponta para o estado > +Todo commit normalmente tem um commit "pai" que aponta para o estado > anterior do projeto: > > ------------------------------------- > @@ -513,19 +510,19 @@ $ git show HEAD^1 # mostra o primeiro pai de > HEAD (o mesmo que HEAD^) > $ git show HEAD^2 # mostra o segundo pai de HEAD > ------------------------------------- > > -Vocà tambÃm pode dar aos commits nomes seus; apÃs executar > +Vocà tambÃm pode dar aos commits nomes à sua escolha; apÃs executar > > ------------------------------------- > $ git tag v2.5 1b2e1d63ff > ------------------------------------- > > -vocà pode se referir a 1b2e1d63ff pelo nome "v2.5". Se vocà pretende > +vocà pode se referir a 1b2e1d63ff pelo nome "v2.5". Se vocà pretende > compartilhar esse nome com outras pessoas (por exemplo, para identificar > -uma versÃo de lanÃamento), vocà deve criar um objeto "tag", e talvez > +uma versÃo de lanÃamento), vocà deveria criar um objeto "tag", e talvez > assinÃ-lo; veja linkgit:git-tag[1] para detalhes. > > Qualquer comando git que precise conhecer um commit pode receber > -quaisquer desses nomes. Por exemplo: > +quaisquer desses nomes. Por exemplo: > > ------------------------------------- > $ git diff v2.5 HEAD # compara o HEAD atual com v2.5 > @@ -537,8 +534,8 @@ $ git reset --hard HEAD^ # reseta seu ramo atual e > seu diretÃrio de > > Seja cuidadoso com o Ãltimo comando: alÃm de perder quaisquer mudanÃas > em seu diretÃrio de trabalho, ele tambÃm remove todos os commits > -posteriores desse ramo. Se esse ramo à o Ãnico ramo contendo esses > -commits, eles serÃo perdidos. TambÃm, nÃo use 'git-reset' num ramo > +posteriores desse ramo. Se esse ramo à o Ãnico ramo contendo esses > +commits, eles serÃo perdidos. TambÃm, nÃo use 'git-reset' num ramo > publicamente visÃvel de onde outros desenvolvedores puxam, jà que vai > forÃar unificaÃÃes desnecessÃrias para que outros desenvolvedores limpem > a histÃria. Se vocà precisa desfazer mudanÃas que vocà empurrou, use > @@ -551,10 +548,10 @@ projeto, entÃo > $ git grep "hello" v2.5 > ------------------------------------- > > -procura por todas as ocorreÃncias de "hello" em v2.5. > +procura por todas as ocorrÃncias de "hello" em v2.5. > > Se vocà deixar de fora o nome do commit, 'git-grep' irà procurar > -quaisquer dos arquivos que ele gerencia no diretÃrio corrente. EntÃo > +quaisquer dos arquivos que ele gerencia no diretÃrio corrente. EntÃo > > ------------------------------------- > $ git grep "hello" > @@ -564,8 +561,7 @@ $ git grep "hello" > git. > > Muitos comandos git tambÃm recebem um conjunto de commits, o que pode > -ser especificado de um bom nÃmero de formas. Aqui estÃo alguns exemplos > -com 'git-log': > +ser especificado de vÃrias formas. Aqui estÃo alguns exemplos com 'git-log': "vÃrias", not "vÃrias" > > ------------------------------------- > $ git log v2.5..v2.6 # commits entre v2.5 e v2.6 > @@ -584,7 +580,7 @@ comum algum tempo atrÃs, entÃo > $ git log stable..master > ------------------------------------- > > -irà listas os commits feitos no ramo "master" mas nÃo no ramo > +irà listar os commits feitos no ramo "master" mas nÃo no ramo > "stable", enquanto > > ------------------------------------- > @@ -594,26 +590,26 @@ $ git log master..stable > irà listar a lista de commits feitos no ramo "stable" mas nÃo no ramo > "master". > > -O comando 'git-log' tem uma fraquza: ele precisa mostrar os commits em > +O comando 'git-log' tem uma fraqueza: ele precisa mostrar os commits em > uma lista. Quando a histÃria tem linhas de desenvolvimento que > divergiram e entÃo foram unificadas novamente, a ordem em que 'git-log' > -apresenta essas mudanÃas à insignificante. > +apresenta essas mudanÃas à irrelevante. > > -A maioria dos projetos com mÃltiplos contribuidores (como o kernel > -linux, ou o git mesmo) tem unificaÃÃes frequentes, e 'gitk' faz um > -trabalho melhor de visualizar sua histÃria. Por exemplo, > +A maioria dos projetos com mÃltiplos contribuidores (como o kernel do > +linux, ou o prÃprio git) tem unificaÃÃes frequentes, e 'gitk' faz um > +trabalho melhor de visualizar sua histÃria. Por exemplo, Sorry, but I could never accept "kernel do linux". I am deeply against this naming. It's "o kernel linux". It's like saying "kernel from linux" instead of "the linux kernel". > > ------------------------------------- > $ gitk --since="2 weeks ago" drivers/ > ------------------------------------- > > -permite vocà navegar em quaisquer commits desde as Ãltimas duas semanas > -de commits que modificaram arquivos sob o diretÃrio "drivers". (Nota: > +permite a vocà navegar em quaisquer commits desde as Ãltimas duas semanas > +de commits que modificaram arquivos sob o diretÃrio "drivers". (Nota: > vocà pode ajustar as fontes do gitk segurando a tecla control enquanto > pressiona "-" ou "+".) > > -Finalmente, a maioria dos comandos que recebem nomes de arquivo > -te permitirÃo opcionalmente preceder qualquer nome de arquivo por um > +Finalmente, a maioria dos comandos que recebem nomes de arquivo permitirÃo > +tambÃm, opcionalmente, preceder qualquer nome de arquivo por um > commit, para especificar uma versÃo particular do arquivo: > > ------------------------------------- > @@ -630,33 +626,33 @@ PrÃximos passos > ---------- > > Este tutorial deve ser o bastante para operar controle de revisÃo > -distribuÃdo bÃsico para seus projetos. No entanto, para entender > +distribuÃdo bÃsico para seus projetos. No entanto, para entender > plenamente a profundidade e o poder do git vocà precisa entender duas > idÃias simples nas quais ele se baseia: > > * A base de objetos à um sistema bem elegante usado para armazenar a > histÃria de seu projeto--arquivos, diretÃrios, e commits. > > - * O arquivo de Ãndica à um cache do estado de uma Ãrvore de diretÃrio, > + * O arquivo de Ãndice à um cache do estado de uma Ãrvore de diretÃrio, > usado para criar commits, restaurar diretÃrios de trabalho, e > - compreender as vÃrias Ãrvores involvidas em uma unificaÃÃo. > + armazenar as vÃrias Ãrvores envolvidas em uma unificaÃÃo. > > -Parte dois deste tutorial explica a base de objetos, o arquivo de > +A parte dois deste tutorial explica a base de objetos, o arquivo de > Ãndice, e algumas outras coisinhas que vocà vai precisar pra usar o > mÃximo do git. Vocà pode encontrÃ-la em linkgit:gittutorial-2[7]. > > -Se vocà nÃo quer continuar do jeito certo, algumas outras disgressÃes > -que podem ser interessantes neste ponto sÃo: > +Se vocà nÃo quer continuar com o tutorial agora nesse momento, algumas > +outras digressÃes que podem ser interessantes neste ponto sÃo: > > * linkgit:git-format-patch[1], linkgit:git-am[1]: Estes convertem > - sÃries de commits em patches em email, e vice-versa, Ãteis para > - projetos como o kernel linux que dependem pesadamente em patches > + sÃries de commits em patches para email, e vice-versa, Ãteis para > + projetos como o kernel do linux que dependem fortemente de patches Again! > enviados por email. > > * linkgit:git-bisect[1]: Quando hà uma regressÃo em seu projeto, uma > forma de rastrear um bug à procurando pela histÃria para encontrar o > - commit culpado. Git bisect pode ajudar a executar uma busca binÃria > - por esse commit. Ele à inteligente o bastante para executar uma > + commit culpado. Git bisect pode ajudar a executar uma busca binÃria > + por esse commit. Ele à inteligente o bastante para executar uma > busca prÃxima da Ãtima mesmo no caso de uma histÃria complexa > nÃo-linear com muitos ramos unificados. > > @@ -664,7 +660,7 @@ que podem ser interessantes neste ponto sÃo: > > * linkgit:gitcvs-migration[7]: Git para usuÃrios de CVS. > > -Veja TambÃm > +Veja tambÃm > -------- > linkgit:gittutorial-2[7], > linkgit:gitcvs-migration[7], > -- > 1.6.4.373.gc2651 While I can't help right now in the translation setup with po4a, I will publish this in a tree of my own. It will be at http://git.holoscopio.com/cascardo/git.git/, most likely. Regards, Cascardo.
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